O Banco Central reduziu a taxa básica de juros (taxa Selic) para 11,5% ao ano no mês de julho. De acordo com projeções do mercado, a inflação continuará controlada por mais algum período, o que possibilitará maiores cortes dos juros. Estima-se que em dezembro os investidores estejam ganhando não mais do que 10,75% ao ano em títulos públicos pós-fixados (LFT), que seguem a taxa básica de juros.
Devido às longevas quedas, investimentos em Fundos DI e Renda Fixa passam a não ser uma opção muito melhor do que a poupança. Pequenos investidores, que costumam aplicar em Fundos DI ou RF com taxas de administração acima de 2% ao ano estarão obtendo menores retornos do que a poupança. Em linhas gerais, nos bancos de varejo, é necessário mais de R$ 50 mil para aplicar em fundos com taxas nestes níveis.
O Tesouro Direto passa a ser uma boa opção, desde que o custo da corretora (agente custodiante) não seja maior que 0,5% ao ano. Outra opção são os CDBs que não cobram taxas, mas que oferece risco de crédito da instituição emissora, para valores acima de R$ 60mil – até este valor as instituições participantes do fundo garantidor de crédito oferecem garantia de reembolso em caso de liquidação. Consulte se sua instituição oferece esta garantia www.fgc.org.br.
Fundos DI e Poupança

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