A bolsa caiu forte no último pregão da semana passada.
O Copom (comitê de política monetária do Banco Central) pela primeira vez em 18 reuniões não reduziu a taxa básica de juros e o mercado internacional anda apreensivo com as sucessivas altas do petróleo. Apesar de não acreditar que nenhuma dessas razões é motivo para a bolsa cair já que as duas principais empresas da Bovespa (Petrobras e Vale do Rio Doce) são produtoras de commodities e o Banco Central está apenas sendo cauteloso com a alta do IGPM, o gráfico demonstra que a queda pode realmente continuar.
O suporte de curto-prazo não foi rompido, porém o Estocástico cruzou para baixo e o IBOV encerrou a semana na mínima, com o segundo maior volume financeiro semanal registrado na história da Bolsa paulista.
Para onde vai? Se romper o suporte deve seguir para 58 mil ou 57 mil pontos.
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