Parte dessa crise, sob meu ponto de vista foi causada pelo exagero da profissionalização das empresas.
O fim da figura pessoal que representa uma empresa é péssimo para os negócios.
Homens como Jorge Gerdau da Gerdau, Antonio Ermírio da Votorantim, Abílio Diniz do Pão de Açúcar, Com. Rolim da TAM, Bill Gates da Microsoft e até mesmo o Jack Welsh da GE são necessários, não apenas para a perenidade de suas empresas, mas também para o equilíbrio da economia.
Esses executivos que expuseram seus bancos e empresas a enormes prejuízos podem ter sido muito imediatistas. Se os seus bônus fossem pagos de outra forma, dúvido que tudo isso teria acontecido.
Solução: Dê bonus em ações das empresas e proíba que os executivos vendam essas ações em até 10 anos após a sua saída da empresa. Só assim, para que os executos sejam homem que realmente defendam os interesses de suas companhias.
E a Governança Corporativa, o que tem a ver com isso? Estou fazendo o curso de Conselheiro no IBGC (Instituto de Governança Corporativa), o que tem sido ótimo e recomendável para todo executivo que é sócio ou dirige alguma empresa, mas acredito que toda a estrutura de Governança corre o risco de tirar poder demais do Principal homem da empresa e o que mais tem interesse na perenidade da empresa.
Gostaria muito que tivéssemos comentários sobre esse tema para me auxiliar a refletir.
Raphael presta serviços de consultoria focado em gestão financeira para pessoas e famílias. Para obter maiores informações poderá acessar o site de sua empresa: 
