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Essa é uma dúvida enorme tanto para os investidores que compram ações quanto para os empreendedores que querem vender ou comprar empresas.

Quando se fala de empresas de capital aberto, como Petrobras, Vale, Bradesco, entre outras, pelo menos há uma boa referência. A soma do preço de todas as ações de uma companhia nada mais é do que o valor da empresa, porém mesmo para essas é necessário fazer uma análise de valor para verificar se ela está sendo negociada com desconto. Quanto maior for esse desconto melhor será para o investidor, pois aumenta-se o potencial de ganhos.

Basicamente existem três metodos:

1 - Patrimônio Líquido a preços de mercado

2 - Múltiplos

3 - Fluxo de Caixa Descontado

O primeiro, Patrimônio Líquido a preços de mercado é a diferença entre o valor dos ativos e passivos com preços atuais. Avalia-se quanto vale cada um dos bens da empresa (estoque, veículos, mobiliário, equipamentos, imóveis, etc) e reduz-se as dívidas (fornecedores, credores, impostos, etc). Esse método não deve ser utilizado para empresas lucrativas que geram valor agregado ao seu ativo, pois a partir dos outros métodos será possível verificar o valor da atividade da empresa.

Na análise por Múltiplos parte-se do princípio que negócios similares devem ter valores similares, ou seja, multiplicando-se dados como Faturamento, Patrimônio Líquido, Lucro e Lajida por um número médio de mercado, será possível identificar o preço da empresa. Esse último, que vem da tradução de EBITDA (Lucro antes de juros impostos depreciação e amortização) do inglês, ganhou notoriedade nas últimas décadas com a globalização dos negócios, pois não leva-se em conta particularidades de países em relação a taxa de juros, impostos e contabilização de depreciação. Entretanto, justamente por essa razão, ele pode ser muito perigoso, já que o governo cobrará seus impostos e o credor cobrará seus juros.

Por último e não menos importante temos o Fluxo de Caixa Descontado que junto ao Múltiplo é o método mais utilizado nas avaliações de empresas. Nesse caso é feita uma projeção do fluxo de caixa livre da empresa para os próximos anos, normalmente entre 5 e 8, e com uma taxa de desconto considerada compatível com o risco que esse negócio representa, traz-se para o valor presente encontrando-se o valor da firma. Basta então reduzir a dívida para encontrar o valor da companhia para o acionista. Entenda por Fluxo de caixa livre o lucro depois do valor destinados a “re-investimentos” na empresa.

Este último é para mim o método mais adequado, mas tem uma grande falha. Por se tratar de uma projeção, com certeza estará errado. Deve-se comparar com os valores dos múltiplos para encontrar a banda de valor do negócio. Jamais existirá em qualquer momento um valor exato, mas uma banda de referência é a melhor forma para negociadores entrarem em um consenso mais facilmente.

Em próximos posts falarei mais sobre o método de Fluxo de Caixa Descontado.

Eu, Raphael Cordeiro, sou analista certificado pela APIMEC (Associação dos Analistas e Profissionais de Investimento do Mercado de Capitais) e credenciado na CVM (Comissão de Valores Mobiliários). Passei nas 4 provas aplicadas pela instituição sem fazer qualquer curso, pois na minha cidade nunca teve aula para analista de investimento, comprando apostilas em Inglês. E afirmo: NÃO CONSIGO PREVER O MERCADO. Na verdade, acredito que NINGUÉM CONSEGUE PREVER O FUTURO.

Gostaria de falar aos quatro cantos: PROFISSIONAIS COMPETENTES E RESPONSÁVEIS NÃO SÃO FUTURÓLOGOS. Para a pessoa que quer saber qual será sua pressão arterial em 10 anos ou como fechará o Ibovespa na semana que vem, o mais indicado é procurar um pai de santo.

Agora que mencionei que não sou futurólogo gostaria de pedir uma coisa: Quando formos discutir o futuro econômico não vamos apenas falar do resultado, mas sim dos dados e informações que nos fazem projetar alguma coisa. O que quero dizer é que, ao invés de discutirmos qual será o dólar, o ibovespa, o PIB, a balança comercial ou a dívida do setor público em uma data específica, vamos conversar sobre os dados que influenciam tais indicadores. Acredito que um bom profissional não é o que dá a resposta certa, mas sim o que faz a melhor pergunta.

Clientes de um empresa de investimentos séria deveriam agir como um paciente de um médico e não como um juiz de direito. Se o paciente não confia no médico deve procurar outro, porém, no mundo das análises, tanto os profissionais quanto os clientes estão anos luz de alcançar a maturidade que encontramos nas decisões relacionadas à saúde. Infelizmente, a saúde financeira está, talvez, na etapa em que a saúde física estava há quase 2,4mil anos quando Hipócrates, o pai da medicina, escreveu seu juramento(http://pt.wikipedia.org/wiki/Juramento_de_Hipócrates ). Muitas informações são passadas por nós aos nossos clientes, porém alguns não parecem compreender que esses dados são trabalhados e analisados e que se alguma discussão for feita, essa deve ser sobre os dados e não sobre o resultado final.

Há alguns meses, o cliente de um colega havia feito reclamações porque a recomendação que ele havia feito ainda não tinha surtido efeito. Fazia 30 dias que o cliente tinha comprado NTN-B e o rendimento estava próximo de zero, entretanto no mês seguinte a valorização do título foi de 5% e o cliente repentinamente passou a idolatrar o consultor perguntando qual seria a melhor opção para o período seguinte. Calma pessoal, ninguém sabe tudo, muito menos o momento em que as coisas acontecerão. Esse não é um comentário que uma pessoa em sã consciência deveria fazer, pois é, boa parte dos investidores não tem consciência nenhuma do que fazem com seu dinheiro.

Então, por que eu ministro palestras, escrevo, dou entrevistas e vendo consultorias sugerindo o que as pessoas devem fazer com seus investimentos? Por que é possível avaliar dados e fatos. Além disso pessoas precisam de ajuda para adequar seus ânimos e aflições às oportunidades que o mercado oferece.

“Tudo que sei, é que nada sei”- o pior é que tem gente que acha que sabe.

A profissão de analista de investimentos é difícil porque muitos ignorantes acreditam que podem fazer o que você faz. Uma pessoa qualquer não pode fazer uma cirurgia ou construir um prédio, mas pode lhe falar qual a melhor estratégia para você ganhar dinheiro no dia seguinte.

A escolha é sua: Quer saber o que fazer com o seu dinheiro? Pergunte ao seu médico ou busque PROFISSIONAIS certificados, com graduação e experiência na área. O resultado virá em pouco tempo.

Eu sou privilegiado por trabalhar com clientes de altíssimo nível, mas quem trabalha eticamente em banco ou em corretora, enfrenta muitos problemas.

Ano que vem, teremos eleições no Brasil e algo que tem me despertado interesse especial é qual será o próximo passo do atual presidente do Banco Central do Brasil, Henrique Meirelles. Em 2002, ele foi eleito deputado federal pelo PSDB no estado de Goiás, mas renunciou ao cargo para substituir Armínio Fraga na presidência do BACEN, a convite do presidente Lula.

Apesar de ter ido para uma área técnica, nunca escondeu seu desejo de ingressar de fato na política, porém acredito que o maior benefício que poderia levar aos brasileiros é assumir um cargo executivo. O Brasil carece de governantes executivos e sua competência é inquestionável… tão inquestionável que o PT pode estar sondando-o para ser vice-presidente de Dilma ou, no mínimo, ministro da fazenda.

O Brasil teve um dos melhores Bancos Centrais do mundo durante os anos de Armínio e Henrique e poderá agora ter os melhores anos de desenvolvimento econômico de toda sua história… estranho pensar nisso, mas contra dados, não há argumentos.

Democracia consolidada, lei de responsabiliade fiscal, política monetária estabilizada, bom nível de alfabetização, commodities em alta, empresas multinacionais líderes em seus segmentos, mercado de capitais desenvolvido, juros baixos, grau de investimento, risco país inferior a média e elevado volume de reservas internacionais são algumas das razões que nos faz acreditar que nossos filhos terão boas oportunidades de desenvolvimento nas próximas décadas.

Espero, realmente, que um executivo com experiência em gestão e economia de mercado tenha um papel importante no próximo governo.

Moral da história: “Nunca diga nunca.”

PS: Calma leitores liberais, foi apenas uma suposição.

            Muitas empresas passam por um aperto financeiro neste momento. Primeiro veio a crise econômica mundial e depois a gripe A - e alguns empresários se perguntam: “tenho a empresa há anos e as vendas estão bem. Por que não sobra dinheiro?”.

            Uma história que me impressiona e exemplifica bem esse tipo de caso é a de uma pequena empresa do ramo gráfico que, em seu primeiro ano, quando funcionava nos fundos da casa do pai de um dos sócios, faturou R$ 30 mil. Após um bom crescimento, encerrou o segundo ano com vendas de R$ 60 mil e no terceiro ano, após ter se instalado em um pequeno barracão, faturou quase R$ 200 mil. Infelizmente, a história acabou aí, pois a empresa ficou devendo muito mais que a sua capacidade de pagamento e os sócios encerraram as operações antes do quarto ano de atividade.

              Isso é muito comum, pois o resultado financeiro da empresa não depende apenas das vendas - tampouco dos lucros. O resultado financeiro é a sobra de caixa que o sócio poderá resgatar para seu próprio consumo sem prejuízo para a empresa. Entretanto, até chegar lá, um longo caminho há de se percorrer. Então surgem algumas questões, que devem ser esclarecidas:

 

1 - Por que vendas não significam resultados?

Porque uma empresa que fatura pode não receber de clientes inadimplentes. Além disso, prazos muito longos de recebimento deixarão a empresa sem dinheiro para pagar custos e despesas vincendas. E, principalmente, se adiantar recebimentos com instituições financeiras, poderá pagar juros maiores que seus lucros.

Outro fator é que os custos e as despesas poderão ser maiores que o faturamento. Dentre as despesas, incluímos as retiradas dos sócios, que costumam ser um estorvo na vida financeira de muitas empresas, independentemente do seu tamanho.

 

2 - Por que lucro não significa resultado?

Porque reinvestimentos necessários para manter o negócio poderão ser maiores que o lucro. Tanto investimento em capital de giro, comumente utilizado para alavancar vendas, quanto investimentos em infra-estrutura e equipamentos, entram nessa conta.

 

3 - Por que, mesmo com resultado, o negócio pode não ser perene?

Porque o futuro é imprevisivel e, em algum momento, a empresa poderá passar por um período de dificuldades - sejam elas fatores externos, como a gripe A, ou fatores internos, como um incêndio. Se o gestor não tiver uma reserva financeira para se apoiar nesses momentos, terá grandes dificuldades de continuar as atividades do negócio.

 

              O que se recomenda é sistematicamente controlar e planejar. Torna-se necessário conhecer com exatidão as margens de todos os produtos e/ou serviços vendidos, bem como as despesas. Crescimento rápido só será um benefício para a empresa quando existir planejamento. E reservas financeiras são uma obrigação para qualquer empresário com um mínimo de prudência.

por Álvaro L. Baú

            Fácil não é, mas é necessário! Deixemos de lado por alguns instantes a nossa empresa e nosso lado profissional. Foquemos nossa vida pessoal.

            O que ganhamos (salário, remuneração, pró-labore, etc.) é suficiente para cobrir todas as despesas do mês e, principalmente, é suficiente para oferecer uma estabilidade financeira? Com o que ganhamos, conseguimos cumprir nossos compromissos financeiros?

             Independente da resposta, a cada dia torna-se mais importante a elaboração de um orçamento familiar, com a delimitação de metas e objetivos. A disciplina, entendida como o cumprimento rigoroso do planejamento realizado, é fundamental neste processo.

             Como as famílias podem planejar seu orçamento incluindo mesadas para os filhos? E controle financeiro para fazerem jus a todos os compromissos, como mensalidades escolares, de que forma controlar? Quem deve preparar este orçamento? Como deve ser feito? Com que freqüência deve-se dar atenção a ele?

              A resposta pode estar na organização financeira. Sem dúvida alguma, o orçamento familiar deve ser preparado pelo “responsável financeiro” da família.  Esta pessoa, em conjunto com o restante da família, deve estabelecer objetivos comuns (e nada melhor do que uma conversa franca para isso), assim todos estarão engajados, comprometidos e cientes de suas responsabilidades.

             Para a elaboração do orçamento, basta identificar para onde nosso dinheiro está indo, e para descobrir, nada melhor do que a identificação de todas as despesas domésticas, desde o xampu do cachorro até a prestação do financiamento imobiliário.

              Então, siga os seguintes passos:

I. Projete todas suas fontes de receita para um período de 12 meses (janeiro a dezembro). Exemplo:

II. Identifique todas suas despesas fixas e despesas eventuais. Projete estas despesas para um período de 12 meses (janeiro a dezembro). Exemplo:

III. Faça um balanço entre receitas x despesas mensais. Para uma melhor estabilidade financeira, reserve parte da sobra de caixa para a realização de investimentos. Se não houver sobra de caixa, identifique os gastos que podem se reduzidos ou “cortados”.

            Dados de uma pesquisa, realizada pela Fundação Getúlio Vargas, demonstram que os usuários da rede privada de ensino, gastam em média, 23,17% do orçamento familiar com transporte, 11,56% com habitação, 11,41% com alimentação no domicílio, 9,11% com educação, 8,79% com despesas pessoais, 5,33% com roupas e calçados, 5,28% com artigos de residência, o que demonstra uma enorme “competição” entre o gasto com educação e demais despesas cotidianas de uma família. Destacando que o gasto com educação está apenas em 4° lugar na ordem de gastos (maiores informações em www.fenep.com.br).

              Mudar nossa cultura não é nada fácil, mas nada melhor que um bom diálogo com a família para o estabelecimento de prioridades. Certamente, no momento em que as metas forem atingidas, todo sacrifício terá valido a pena.

              Resista às tentações cotidianas. Priorize a educação. Só assim conseguiremos atingir o equilíbrio financeiro e preparar melhor nossos filhos para o futuro.

 

Álvaro L. Baú, administrador e contador, atua na área de assessoria financeira.

Ibovespa chegou nos 52mil pontos. No dia 15 de janeiro, escrevi que a bolsa deveria vir para 48 mil, mas subiu mais rápido do que imaginava.

Olhando o mercado agora tenho duas visões:

1. Algumas empresas como a maioria das elétricas, alguns bancos e talvez a Petrobras parecem não estar mais tão baratas como estavam há três meses, quando convoquei as pessoas a cantar mantras de compra de ações. Ou seja, o investidor pode agora, diminuir um pouco a sua parcela de investimentos no mercado de renda variável (principalmente se comprou mais ações no início do ano) e ser mais criterioso na escolha de empresas que pretende ficar sócio.

2. Essa é mais complexa: A crise acabou?

Eu acredito que crise não acaba nunca, elas vão e voltam. Porém, o risco do sistema financeiro mundial ruir ACABOU. E como as bolsas antecipam os movimentos da economia real, a ausência de uma grande depressão econômica no horizonte fez com que o mercado de ações se recuperasse.

Entretanto, agora veremos outra crise no horizonte: Crise de confiança no tesouro americano, queda no dólar e volta da inflação mundial. Como e quando isso ocorrerá eu não tenho idéia. Qual será o impcato também não sei ainda, mas vê-se uma nova nuvem se formando.

“Lidar com incertezas…” Não é Enio? Se o leitor não compreendeu esse comentário, leia o texto abaixo sobre Risco Operacional.

Por isso eu admiro a Vela . . .  Investimentos é como velejar. Tempestades não acabam definitivamente, elas vão e voltam. Quem viu minha palestra na Expomoney Curitiba deste ano sabe do que estou falando.

Raphael Cordeiro, CFP, CNPI

por Enio Ribeiro

         Lidar com a incerteza e analisar riscos sempre foram características muito fortes da atividade bancária. A globalização, a pressão competitiva do sistema financeiro e o desenvolvimento tecnológico estão tornando as atividades bancárias e seus riscos cada vez mais complexos e, sobretudo em um momento em que as atenções de grande parte da sociedade encontram-se voltadas para a crise mundial e seus desdobramentos, o gerenciamento de riscos operacionais e a governança corporativa vêm novamente à tona.

          Embora sempre estivesse presente nos negócios, tanto em instituições financeiras quanto nos demais tipos de empresas, a expressão “risco operacional” ganhou especial significado após alguns desastres financeiros na década de 90 (Bankers Trust - 1994, Credit Lyonnais - 1994, Barings - 1995, Daiwa Bank - 1995, Nacional - 1995, Sumitomo - 1996, para citar alguns), o que levou os órgãos reguladores à conclusão de que não era suficiente para a indústria financeira gerenciar corretamente apenas os riscos de crédito e mercado havia também a necessidade de manter sob controle os riscos operacionais. Por definição, risco operacional é o risco de perda direta ou indireta, resultante de inadequações ou falhas de processos internos, pessoas, sistemas e/ou eventos externos e é inerente a todas as unidades da instituição.

          Ao contrário dos outros riscos, os quais são gerenciados de forma centralizada, o gerenciamento dos riscos operacionais é de responsabilidade de cada unidade, esta tem o dever de identificar, avaliar e classificar seus riscos operacionais, estimulando uma cultura organizacional adequada de riscos. O fator “pessoas” tende a ser a origem da maioria das perdas operacionais que inevitavelmente surgem, seja por erro ou intenção, por isso cada colaborador é responsável pelo gerenciamento dos riscos operacionais através da garantia do cumprimento de normas e políticas de procedimentos internos e da qualidade do trabalho exercido. Todos nós devemos estar cientes desta responsabilidade e darmos nossa parcela de contribuição para a eficiência do gerenciamento de riscos operacionais.

          Em momentos de turbulência surgem grandes oportunidades de melhoria, por isso devemos aproveitar este momento para aumentarmos nossa vantagem competitiva através da redução de perdas operacionais aumentando nossa reputação junto aos clientes, investidores e reguladores, alinhando assim, a relação risco-retorno à estratégia da organização.

          A disciplina na gestão de riscos operacionais é fundamental para o progresso da nossa organização e contribui com a responsabilidade social corporativa por meio de incentivo ao comportamento ético e socialmente responsável, evitando condutas indesejadas ou inadequadas.

Enio Ribeiro é engenheiro, gerente de risco operacional

Existe um site, promovido pelo administrador Stephen Kanitz, que dá ênfase às boas notícias.

 

Algumas delas:

Comércio Bate Recorde;

Foram criados 34mil empregos em Março;

Tivemos uma produção recorde de carros em março de 2009;

A produção de motos sobe 56%;

China cresce quase 7% no primeiro trimestre;

Inflação Brasileira continua próximo da meta - IPCM de Março foi de 0,43%.

 

Para maiores informações acesse:

http://brasil.melhores.com.br/

 

 

Kanitz é administrador.

Parte dessa crise, sob meu ponto de vista foi causada pelo exagero da profissionalização das empresas.

 

O fim da figura pessoal que representa uma empresa é péssimo para os negócios.

 

Homens como Jorge Gerdau da Gerdau, Antonio Ermírio da Votorantim, Abílio Diniz do Pão de Açúcar, Com. Rolim da TAM, Bill Gates da Microsoft e até mesmo o Jack Welsh da GE são necessários, não apenas para a perenidade de suas empresas, mas também para o equilíbrio da economia.

 

Esses executivos que expuseram seus bancos e empresas a enormes prejuízos podem ter sido muito imediatistas. Se os seus bônus fossem pagos de outra forma, dúvido que tudo isso teria acontecido.

 

Solução: Dê bonus em ações das empresas e proíba que os executivos vendam essas ações em até 10 anos após a sua saída da empresa. Só assim, para que os executivos sejam homens que realmente defendam os interesses de suas companhias.

 

E a Governança Corporativa, o que tem a ver com isso? Estou fazendo o curso de Conselheiro no IBGC (Instituto de Governança Corporativa), o que tem sido ótimo e recomendável para todo executivo que é sócio ou dirige alguma empresa, mas acredito que toda a estrutura de Governança corre o risco de tirar poder demais do Principal homem da empresa e o que mais tem interesse na perenidade da empresa.

 

Gostaria muito que tivéssemos comentários sobre esse tema para me auxiliar a refletir.