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         O Ibovespa, principal índice de ações do Brasil que mede a variação média do nosso mercado, é o que mais sobe no mundo, com valorização de 78% em reais e mais de 145,4% de valorização em dólares. Isso reflete o otimismo dos investidores internacionais com a economia brasileira e reforça nosso sentimento de que o Brasil é um país em rota ascendente efetivamente. Abaixo a relação das 10 bolsas que mais valorizaram no ano em dólares (%):

 

           Entretanto, recomenda-se cautela aos investidores, neste momento justifica-se mais uma redução de exposição da Bolsa, pelo menos para se voltar ao percentual alocado neste mercado no primeiro semestre do ano, do que aplicar mais recursos em ações.

           Cautela investidor, apesar do ano de 2009 ter sido fantástico não há qualquer garantia de que isso se repetirá no ano que se inicia.

Até o dia 10 de dezembro instituições financeiras de todo o Brasil estarão recebendo propostas para a oferta pública de debêntures da BNDESPar.
 
São duas séries:
1 - Pré-fixada:
Rentabilidade: aproximadamente 12,8% ao ano
Prazo: jan/2013
Pagamentos: Juros + principal no vencimento
Liquidez: Negócios na Bovespa (BovespaFix)
Custo para compra: Não há custo de corretagem para compra.
Atratividade: Se a taxa Selic (taxa básica de juros e referência para os investimentos em nosso país) permanecer abaixo de 12% ao ano, o investidor dessa debênture levará vantagem. Lembramos que atualmente a taxa básica de juros (SELIC/CDI) está em 8.75% ao ano e projeta-se que subirá para 10,5% até o final de 2010 (informações segundo Relatório Focus do Bacen - http://www4.bcb.gov.br/pec/GCI/PORT/readout/R20091120.pdf). 
 
2 - Indexada ao IPCA
Rentabilidade: aproximadamente 7% ao ano + IPCA
Prazo: jan/2015
Pagamentos: Juros anual a partir de jan/2012 + principal corrigido pelo IPCA no vencimento
Liquidez: Negócios na Bovespa (BovespaFix)
Custo para compra: Não há custo de corretagem para compra.
Atratividade: Se a diferença entre a taxa Selic e o IPCA permanecer abaixo de 7% ao ano, o investidor dessa debênture levará vantagem. Lembramos que atualmente a taxa básica de juros (SELIC/CDI) está em 8.75%  e o IPCA projetado para 2010 é de 4,4%. Projeta-se que essa diferença será de aproximadamente 5,2% em 2010 (informações segundo Relatório Focus do Bacen - http://www4.bcb.gov.br/pec/GCI/PORT/readout/R20091120.pdf).
 
Se desejar fazer uma oferta, talvez seja melhor não condicioná-la a uma taxa de juros mínima, tampouco dar possibilidade de migrar para a outra série (informe ao seu corretor: Modalidade 02 sem taxa mínima, caso seja essa a sua escolha).
 

Apesar das Bolsas de Valores balançarem ao redor do mundo no final do mês, o fechamento do mercado de ações brasileiro terminou positivo.

Ao longo de outubro, os analistas e economistas consultados pelo Banco Central passou a crer efetivamente, que a economia do Brasil crescerá neste ano e que a taxa de juros subirá para 10,5% ao longo de 2010. O dólar, como não podia ser diferente permaneceu em queda, mesmo após a medida do governo de taxar em 2% a entrada de recursos estrangeiros no país. Sob o meu ponto de vista, essa medida foi efetivamente para elevar as receitas do governo e como desculpa para a população, falou-se que é para conter a valorização do Real.

Um dado que preocupou foram as contas públicas do governo, que apresentaram o pior mês de setembro desde 1991. Poderemos ver uma piora no risco país e consequentemente nos demais ativos como bolsa, imóveis e títulos pré-fixados.

Rentabilidades

CDI………0,69%

IBOV…….0,04%

Dólar……-1,92%

IPC-M……0,03%

Perspectivas: Me parece que as coisas continuarão bem até o final do ano, mas há algo no horizonte, talvez relacionado às contas públicas do Brasil.

Segundo o relatório Focus, divulgado hoje pelo Banco Central, o mercado projeta crescimento de 0,01% para a economia brasileira em 2009.

Uma notícia não tão boa é que o juros projetado para o fim de 2010 é de 9,75% ao ano.

Para ver o Focus acesse: http://www4.bcb.gov.br/pec/GCI/PORT/readout/R20091002.pdf

O afrouxamento da política fiscal vem causando isso…  o mercado enxerga que a economia se recupera bem, entretanto, o governo não compensará o consumo total, reduzindo seus gastos. Lembrem-se, que no ano que vem, temos eleições e para gerar votos o governo fará de conta que está trabalhando mais.

Como isso afeta seus investimentos?

Títulos pré-fixados poderão perder valor, entretanto, eles já estão considerando essas altas. Atualmente, é possível encontrar CDB pré por aproximadamente 11% ao ano, para 2011.

Eu recomendaria comprar pós-fixado por enquanto, pois, acredito que o juros subirá mais do que o mercado projeta.

Outra coisa que pode não ser bom comprar agora são os fundos imobiliários. Neste ano, vão absorver o IGPM negativo podendo ocorrer correções de aluguéis para baixo e no ano que vem sofrerão com a possível alta dos juros.

Estou de olho em duas informações que considero importante para a economia norte-americana neste momento.

A primeira delas é o preço dos imóveis. A crise começou neste mercado e enquanto o preço das casas continuasse caindo, dificilmente veríamos recuperação, entretanto, agora que os preços sobem e quem pensava em comprar uma casa vai começar a procurar, pois se esperar, poderá pagar mais caro com juros mais alto. A última divulgação do índice S&P Case-Schiller que mede o preço das 20 principais regiões dos EUA apresentou valorização de 1,7% em julho quando comparado ao mês anterior.

Outro importante dado é o desemprego que, infelizmente continua subindo. O último dado, referente ao mês de setembro, veio abaixo da expectativa e o índice de desemprego chegou a 9,8%, valor não visto desde junho de 1983. Dados preliminares do governo estadunidense indicam a perda de 263 mil postos de trabalho e os setores que mais demitiram foram construção e indústria manufatureira. Um alento é que a perda é menor do que a média do ano em que foram fechados quase 400mil empregos mensais em média.

É possível que as coisas continuem melhorando, pois as pessoas voltarão a comprar imóveis, a deterioração do dólar poderá ajudar a indústria local e as festas de final de ano - dia de ação de graças em outubro e natal -  poderão incentivar o consumo da população.

Mas vamos acompanhar os dados, pois, apesar de existir um tendência otimista alguns dados continuam preocupando muito.

Ano que vem, teremos eleições no Brasil e algo que tem me despertado interesse especial é qual será o próximo passo do atual presidente do Banco Central do Brasil, Henrique Meirelles. Em 2002, ele foi eleito deputado federal pelo PSDB no estado de Goiás, mas renunciou ao cargo para substituir Armínio Fraga na presidência do BACEN, a convite do presidente Lula.

Apesar de ter ido para uma área técnica, nunca escondeu seu desejo de ingressar de fato na política, porém acredito que o maior benefício que poderia levar aos brasileiros é assumir um cargo executivo. O Brasil carece de governantes executivos e sua competência é inquestionável… tão inquestionável que o PT pode estar sondando-o para ser vice-presidente de Dilma ou, no mínimo, ministro da fazenda.

O Brasil teve um dos melhores Bancos Centrais do mundo durante os anos de Armínio e Henrique e poderá agora ter os melhores anos de desenvolvimento econômico de toda sua história… estranho pensar nisso, mas contra dados, não há argumentos.

Democracia consolidada, lei de responsabiliade fiscal, política monetária estabilizada, bom nível de alfabetização, commodities em alta, empresas multinacionais líderes em seus segmentos, mercado de capitais desenvolvido, juros baixos, grau de investimento, risco país inferior a média e elevado volume de reservas internacionais são algumas das razões que nos faz acreditar que nossos filhos terão boas oportunidades de desenvolvimento nas próximas décadas.

Espero, realmente, que um executivo com experiência em gestão e economia de mercado tenha um papel importante no próximo governo.

Moral da história: “Nunca diga nunca.”

PS: Calma leitores liberais, foi apenas uma suposição.

Olá leitores do Blog,

Apesar de ser administrador e não economista, gostaria de colocar aqui meu prognóstico do PIB para este ano.

Acredito fielmente que veremos crescimento econômico em 2009, de aproximadamente 1%. Como cheguei nesta conclusão?

O PIB é formando por: Consumo, Gastos do Governo, Investimentos e a diferença entre exportação e importação. O Consumo sobe a uma taxa real de aproximadamente 5% (dados do varejo do IBGE de julho), os Gastos do Governo aumentaram 10% acima da inflação e a exportação continua superando a exportação (de acordo com o Ministério do Desenvolvimento até a 3ª semana de setembro o saldo superava em 10% os dados de 2008). O que caiu muito foram os investimentos, de acordo com o IBGE no 1º semestre recuou 9,8%. Logo, acreditamos que uma variação positiva é condizente com a realidade.

Outra forma para avaliar o PIB é classificando-o conforme os setores. Serviços, Indústria e Agropecuária têm respectivamente os seguintes pesos em nossa economia 66%, 25% e 9%. De acordo com o dados dos respectivos segmentos, o crescimento nominal deverá ser +9%, -2% e +2% respectivamente, logo a economia crescerá 5,62%, porém, parte deste crescimento veio de exoneração fiscal e se retirarmos a inflação, o crescimento real será de aproximadamente 1%.

Claro que meus dados são incertos pelo fato de ser baseado em fatos de parte do ano e projeções, entretanto, tenho certeza que os mais pessimistas terão uma grande decepção.

O Banco Central divulgou nesta semana que sua projeção para o PIB deste ano é de crescimento de 0,8% e o Relatório Focus da semana passada, que colhe dados de dezenas de instituições financeiras, passou a projetar crescimento zero. Aposto que, em no máximo um mês, a projeção passará a ser positiva.

E daí, como isso afeta o seu bolso? A bolsa de valores neste momento está mirando a economia de 2010, que poderá apresentar um desempenho fantástico. Terminaremos 2009 com forte crescimento e entraremos no próximo período com o acelerador no fundo.

Bons investimentos,

Raphael

A taxa básica de juros (taxa SELIC) recuou para o nível mais baixo de sua história, “como nunca antes neste país”. A poupança, que foi o patinho feio dos investimentos desde o plano real, volta a chamar a atenção. Esse fato é observado na captação líquida da modalidade no mês de julho, quando captou-se R$ 4,1 bilhões para a poupança, o que é recorde para o período. No mesmo mês de 2007 e 2008 houve uma captação líquida de R$ 3,5 e R$ 2,2 bilhões respectivamente, de acordo com informações do Relatório de Poupança do Banco Central.

No jogo de investimentos quem está perdendo são os fundos de investimentos classificados como DI que registraram saída de R$ 7, 6 bilhões neste ano até o dia 28 de julho, segundo a ANBID (Assoc. Nacional de Bancos de Investimento).

            Esse movimento pode não ser justificado quando comparamos a rentabilidade dos dois investimentos, visto que a rentabilidade média dos Fundos DI estão acima dos ganhos da poupança. Uma alternativa para o poupador é buscar fundos em instituições de desconto, como as corretoras online, nas quais podemos encontrar produtos com taxas abaixo de 0,5% para valores de R$ 5 mil.

 

 

 

Os títulos públicos oferecidos pelo sistema do tesouro direto são uma alternativa de investimento, porém os custos podem engolir uma boa parte da rentabilidade se o investidor não pesquisar, pois o custo total pode chegar a 4,4%.

           Outro produto de investimento que vem ganhando mercado é o CDB (certificado de depósito bancário) que costuma oferecer rentabilidade proporcional à taxa CDI e conta com um grande diferencial - não tem custo – porém o investidor deve se proteger contra baixa taxa de retorno. Assim como a poupança, o CDB oferece risco de crédito para valores acima de R$ 60 mil, caso a instituição seja associada do Fundo Garantidor de Crédito – se desejar saber se seu banco oferece essa garantia acesse http://www.fgc.org.br/. Isso quer dizer que se o banco entrar em liquidação valores acima de R$ 60 mil por CPF serão perdidos.

            Já a poupança, que ficou anos e anos ocupando um papel secundário volta a cena como uma opção de investimentos, já que não costuma ter custo tampouco imposto de renda. Entretanto sua rentabilidade é baixa e aplicações nessa modalidade se justificam apenas para o pequeno investidor que pretende resgatar o recurso em menos de 6 meses. Uma desvantagem da mais tradicional das aplicações é o fato de que seus rendimentos são oferecidos apenas 1 vez ao mês, ou seja, para obter retorno o investidor precisa esperar que sua poupança “faça aniversário”. O governo tentará limitar o acesso do grande investidor a poupança, cobrando impostos para valores acima de R$ 50 mil reais.

           Dentro dessa competição, quem está correndo por fora são as debêntures (títulos de renda fixa emitidos por companhias abertas), que com a queda na taxa básica de juros e a restrição do crédito no sistema bancário, vêm demonstrando ser uma ótima oportunidade não apenas para as empresas que pretendem captar recursos mas também para os investidores que estão dispostos a correr mais riscos para aplicar seus recursos a taxas atrativas.

Seja lá qual for a opção de investimento preferida pelo poupador, recomenda-se cautela para não expor os recursos a riscos exacerbados e pesquisa na escolha de instituição que lhe oferece baixo custo e boa rentabilidade.

           Avaliando todas as opções de investimentos para Renda Fixa e os Custos envolvidos em cada operação, conclui-se que a poupança volta sim a ser uma opção de investimento, porém restrito ao pequeno poupador de curto-prazo.

por Central Press
          

              As orientações para que as pessoas evitem aglomerações e lugares fechados devido à pandemia da Gripe A (H1N1) estão prejudicando muitos setores da economia de Curitiba. Não há levantamentos oficiais, nem pronunciamentos por parte das entidades de classe do setor, mas grande parte dos estabelecimentos na área de eventos, turismo, casas noturnas, shoppings e restaurantes estão sentindo na queda de movimento e vendas o reflexo do medo da população.

De acordo com o consultor financeiro Raphael Cordeiro, além dos segmentos citados, também são fortemente impactados os serviços e comerciantes que trabalham nas redondezas de escolas e faculdades, como bancas de jornais, papelarias, pipoqueiros e lanchonetes. “Com o adiamento da volta às aulas, alguns deles deverão perder até 50% da renda neste mês de agosto”, afirma Cordeiro.

Outro setor bastante afetado é o de postos de combustível. De acordo com o presidente do Sindicombustíveis, Roberto Fregonese, nos recessos escolares, 200 mil carros deixam de circular no Paraná e, em época de férias escolares, os postos costumam vender 30% menos.

Os impactos causados pela gripe podem fazer com que um negócio se torne insolvente. “Numa época como essa, um comércio que vinha trabalhando no seu limite, com baixíssimo lucro e dívidas no banco, como cheque especial e capital de giro, pode ter um prejuízo que representa o ganho de 6 meses ou 1 ano. Se tiver que recorrer à dívidas com juros elevados ou não tiver crédito disponível, talvez o dono do estabelecimento passe a gerir um negócio insolvente”, explica Raphael Cordeiro.

O consultor lembra do perigo de se recorrer ao cheque especial e capital de giro de bancos que, segundo dados de junho do Banco Central, estão em 166,99% e 31,83% ao ano, respectivamente. “Este é um momento de aprendizado e demonstra aos empresários o quão necessária é uma reserva financeira. Crises nunca acabam definitivamente – elas aparecem e somem periodicamente -, assim como as oportunidades. Entretanto, a previsibilidade é tão baixa que devemos estar prontos para enfrentá-las permanentemente”, alerta.

Mas quanto deve ser a reserva financeira de um negócio? Segundo Raphael Cordeiro, no mínimo o valor de um mês de todas as despesas e custos - ou 30% da receita anual. Empresas que fazem parte do Ibovespa possuem em média 17,6% das receitas anuais em caixa e equivalentes, de acordo com informações da Corretora Omar Camargo/Economática. “Levando em conta que grandes empresas têm mais acesso ao crédito, pequenas e médias deveriam ter um nível de reserva superior”, explica Cordeiro.

Mas as perguntas que todos os comerciantes estão fazendo são “até quando a nova gripe vai afetar a economia?” e “o que posso fazer para melhorar minhas vendas?”. Para o infectologista do Hospital VITA Curitiba e especialista em Medicina do Viajante, Jaime Rocha, o maior problema é a falta de informação das pessoas sobre a nova gripe. “Os estabelecimentos fechados devem disponibilizar ao consumidor o fácil acesso a itens de higienização das mãos, que é a forma mais simples e eficaz de prevenir qualquer tipo de gripe”, aconselha. “Outra solução é enviar informativos aos clientes, com esclarecimentos sobre a doença – só assim, o medo coletivo pode diminuir”, acrescenta o médico.

Ainda segundo Rocha, é injustificável que pessoas saudáveis se mantenham trancadas dentro de casa, esperando o perigo passar. “O perigo sempre existiu. A gripe sazonal é mais letal que a Influenza A e, mesmo assim, ninguém nunca entrou em pânico. Acidentes de carro, tiros e facadas matam infinitamente mais que a nova gripe e, mesmo assim, ninguém nunca deixou de sair por isso”, exemplifica o especialista.

  

Oportunidades

 Por outro lado, enquanto alguns setores sofrem com forte queda nas vendas, é o momento de outros embarcarem nas oportunidades que surgem com a pandemia. Segundo Cordeiro, com a lei da oferta e da demanda, o aumento na procura por itens de prevenção a Gripe A, como álcool em gel e máscaras cirúrgicas, inflacionou os preços em até 133,33% no mercado curitibano.

Entretanto, não são apenas os segmentos de cuidados com a saúde que podem levar vantagem neste momento. “Com a suspensão das aulas e o medo de sair de casa, serviços de babás e entretenimento para crianças, alimentos congelados, entregas e vendas em domicílio e lojas virtuais podem tirar vantagem e elevar os lucros neste momento”, afirma o consultor. “Com o adiamento da volta às aulas, até o turismo pode lucrar, com criatividade”, complementa. “A criatividade é - e sempre será - a arma mais forte para construir oportunidades e, como diz um provérbio, a prudência não evita todos os males, mas a sua falta os atrai”, ressalta Cordeiro.

         No dia 10, o COPOM (Comitê de política monetária do banco central) se reuniu e reduziu a taxa básica de juros para 9,25% ao ano.

A poupança passou a ser a melhor aplicação?

Não! Abaixo, é possível observar uma comparação de rentabilidade entre Poupança, Fundos, Títulos Públicos e CDB.

A poupança será superior apenas aos fundos DI ou RF com taxas de administração acima de 1%, porém é inferior às demais aplicações. Na tabela acima, foi considerada alíquota de IR de 20% (entre 6 meses e 1 ano), ou seja, para os investidores de maior prazo, a diferença fica ainda maior. A rentabilidade da LFT – Tesouro Direto também poderá ser superior se o investidor escolher uma instituição que cobre menos (projetamos 0,3% ao ano) e o retorno do CDB também pode ser maior já que é possível encontrar CDBs de bancos de segunda linha com rentabilidades superior a 98% do CDI, mesmo para valores abaixo de R$ 10 mil.

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